sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A Hipótese Duersberg.

A Hipótese Duersberg.

Suíça, 03 de agosto de 2012, Zurich.



Em um renomado conjunto de escritórios com vista para para as montanhas, acontecia um encontro periódico porem pouco notório, o encontro dos lideres das grandes indústrias farmacêuticas.
Presidindo a reunião estava Glenn Albert Milller, diretor e maior acionista da Global Health Farmaceuthics, empresa que detinha os royalties sobre as novas medicações para o controle do HIV.
Ao iniciar mais uma das diversas rodadas de discussões, Glenn traz o tema mais esperado para discussão, a postura da industria farmacêutica e de pesquisas frente a Hipótese Duersberg.



hipótese de Duesberg afirma que o abuso de drogas recreativas e farmacêuticas, e não o HIV (vírus da imunodeficiência humana), é a causa primária da AIDS. Segundo esta hipótese, a SIDA não é mais que o nome dado a várias doenças sem relação umas com as outras e que podem ter como origem o abuso de drogas recreativas como a heroína e a cocaína, a má nutrição, ou o uso de drogas finalizadoras da cadeia de DNA, como o AZT - o mesmo que é utilizado para tratar a infecção pelo HIV. O HIV é, assim, visto como apenas um vírus passageiro, o que faz levantar a questão se a infecção pelo HIV acontece de fato ou não.



"Caros colegas, iniciaremos nossa mais importante discussão hoje, e devemos refletir o rumo que essa propagação pode chegar. Como todos sabem, diversos cientistas, de renome, estão começando a caminhar por terrenos que juramos não adentrar logo da primeira vez que nos reunimos.
Estamos a beira de um cataclisma pois sabíamos que uma hora ou outra iriamos nos depara com isso.
Como sabem os artigos do Dr. Langue Dantesk estão se tornando cada vez mais populares buscando falhas no processo de detecção do HIV e sua correlação com a doença propriamente dita. Infelizmente não podemos abrir nossa caixa de Pandora sobre o assunto mas temos de nos mobilizar pois caso contrário teremos uma epidemia que poderá se tornar incontrolável.



Naquele instante, ouvindo o discurso e fumando seu cigarro, Jean Kennan, co-fundador da BlueLab, uma rede internacional de laboratórios móveis de alta complexidade, nível III, relembra um fato curioso sobre um incêndio em uma de suas unidades em Sidney, Austrália
"Senhores, me ocorreu uma idéia que trarei a tona mas peço que não respondam apenas reflitam. 
Ano passado tive um incêndio em um de meus laboratórios na Austrália e devido a proporção uma floresta ao lado foi afetada e o fogo se espalhava cada vez mais forte, e cada vez mais rápido quando um aborígene falou a um de meus empregados que deveríamos queimar a parte anterior ao fogo de forma que ele se extinguisse por falta de substrato, ou seja que deveríamos queimar mais para apagar o incêndio."
Onde você quer chegar Jean? perguntou Dr Glenn.



Creio que devemos causar o nosso incêndio para podermos conter nossa queimada.
Sabemos por meios daquelas fontes que o vírus é extremamente mutante, mas conseguimos nossa medicação para o controle da doença, sabemos como parar o processo. E se pudéssemos mudar este cenário, criando uma mutação para que o vírus adquirisse um caráter mais fácil de propragaçáo, sim eu sei, parece estúpido, mas se, e se pudemos muta-lo e rastreá-lo e com o TVD podemos facilmente tratar, seria exatamente como  fazemos com a hipertensáo, o diabetes etc. 



Isso é um absurdo, exclama Jose Lemos Hernades, cientista e pesquisador do instituto Gallo de Paris.



Calma, disse Glenn, já ouvimos diversas vezes essa exclamação e quase sempre voltamos atrás
Termine Dr. Jean.



Se pudéssemos fazer uma cepa com características iguais ao vírus da Varicela com período de incubação de quinze dias mais ou menos, teríamos um maior alcance na transmissão e provaríamos que tanto vitus e doença existem e são causa e consequência. Sabemos que os mecanismos de transmissão são mutáveis, basta sabermos onde lançar a cepa e conter o alastro.



Mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer de qualquer jeito, só estamos acelerando o processo, como nossos "PAIS" fizeram, vocês sabem bem isso.
O problema sempre foi o tempo que a doença pode chegar. Muitos ficam tanto tempo que já quase não acreditam.



Olhos se deparam esperando que o próximo ao lado diga ser contrário e incrédulo da teoria proposta, porem um suspiro sequer foi ouvido. Estavam ali para discutir atribuições econômicas e não a salvaçáo da humanidade, pelo contrario, tratos e contratos já haviam sido feitos para que estes estivessem ali para tomar atitudes que passariam por inconcebíveis a qualquer mente normal. 
O senhor Glenn, com seu pequeno martelo, como se fosse um juiz, termina a reunião pedindo que em um mês voltassem para terminar a questão de ordem.

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